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domingo, 11 de novembro de 2012

Presidente checo: democracia em estado terminal na União Europeia preludia uma "nova União Soviética"

Bandeira da UE em frangalhos, democracia também
Bandeira da UE em frangalhos, democracia também
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




A tendência em aprofundar a União Europeia (UE), estendendo seus poderes com o pretexto de sair da crise em que ela se afunda, caracteriza a “fase final” da destruição da democracia e dos estados nacionais, alertou o presidente da República Checa, país membro da UE.

Numa entrevista concedida ao diário britânico “The Sunday Telegraph”, Václav Klaus alertou contra os políticos de “dupla face”, entre os quais apontou muitos “conservadores” que estão abrindo as portas para um super-Estado europeu.

Eles estão defraudando a confiança que os eleitores depositaram neles, sublinhou.

“Precisamos pensar como restaurar nossos estados e nossa soberania” – acrescentou. “E isso é impossível numa federação. A UE deveria se mover na direção oposta”, disse.

No sentido reprovado pelo presidente checo, manifestou-se o ministro de relações exteriores da Alemanha, Guido Westerwelle. Ele propôs que a UE passe a ser dirigida por um presidente que “nomearia pessoalmente os membros de um governo europeu”.

Westerwelle também pediu a abolição do poder de veto ainda reconhecido aos países membros da União, a fim de “evitar que um simples membro seja capaz de obstruir qualquer iniciativa” do super- governo com o qual ele sonha.

Václav Klaus, presidente da República Checa:  democracia está em “fase final” na Europa
Václav Klaus, presidente da República Checa:
democracia está em “fase final” na Europa
O presidente checo reprovou como ameaçadores os propósitos de José Manuel Barroso – presidente da Comissão Europeia, o “Soviete Supremo” da Europa Unida – formulados em 12 de setembro diante do Parlamento Europeu, propondo uma “federação” todo-poderosa operativa em 2014.

“Essa foi a primeira vez em que as verdadeiras ambições dos protagonistas do aprofundamento da integração europeia foram confessadas”, disse. “Até agora, pessoas como Barroso alimentavam essas ambições em segredo, longe da opinião pública europeia. Temo que Barroso pressente que chegou o momento de anunciar um objetivo absolutamente errado. Eles acham que promovem a ideia de Europa, mas na minha opinião eles a estão destruindo”.

Ontem a luta foi contra a ocupação soviética.  Hoje é para se defender da absorção pela UE
Ontem a luta foi contra a ocupação soviética.
Hoje é para se defender da absorção pela UE
O presidente Klaus, 71, foi um dos líderes do movimento que derrubou o comunismo em seu país e agora denuncia a EU, porque nela os países “vão se tornando uma província inexpressiva”.

Ele reconhece encontrar-se isolado em nível de políticos e chefes de Estado.

Entretanto, destaca que sua experiência contra o comunismo lhe ensinou que os políticos não são o mais importante, mas sim os movimentos profundos que se desenvolvem no seio do povo.

“É uma ironia da História. Nunca teria imaginado em 1989, que hoje estaria fazendo isto: pregar os valores da democracia”.

Compreende-se por que muitos cidadãos europeus estejam fazendo deles o slogan “União Europeia = União Soviética”.


segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Poloneses recusam pacto anticristão a antipatriótico de bispos de seu país com o Patriarcado de Moscou

O agente Mikhailov comemorou vitoria.
Na foto com arcebispo Michalik, presidente dos bispos poloneses

Um leitor de nosso blog enviou-nos desde a Polônia um valioso relatório sobre os efeitos da “Mensagem conjunta às nações de Polônia e da Rússia”, assinado pelo presidente da Conferência Episcopal polonesa, D. Józef Michalik, arcebispo de Przemysl, e o “agente Mikhailov” da (ex-)KGB soviética, mais frequentemente chamado de Cirilo I, (ou Kiril I) Patriarca de Moscou.

Sobre dita Mensagem conjunta publicamos matéria em post anterior.

O presente relatório é exclusivo. Além do mais as informações nele contidas não foram nemminimamente reproduzidas pela imprensa brasileira.

domingo, 23 de setembro de 2012

Agentes Putin e 'Mikhailov' (Patriarca Kirill) ofrecem enganoso apoio aos conservadores religiosos de Ocidente


Vladimir Putin parece determinado a apelar para todas as técnicas de simulação e engano que aprendeu nas escolas de espionagem da KGB onde se formou.

No intuito de forjar de novo a “grandeza da URSS”, todo artifício é justificado. Entre eles, recorrer aos líderes da Igreja Cismática Russa, mais conhecida como Ortodoxa.

Na cúpula dessa igreja ele dispõe, devidamente formados e instalados, de bispos que são cagebistas como ele, os quais se constituíram no apoio sutil mais ativo da ditadura comunista.

Vários desses bispos se destacaram como auxiliares da expansão soviética. Dentre eles cabe mencionar os que, instruídos pelo Kremlin, participaram como observadores do Concilio Vaticano II, quando obtiveram que a magna assembleia nada fizesse que pudesse redundar em dano ao regime soviético.

Agora Putin os está utilizando para afiançar seu poder. E, com o cinismo próprio de um agente formado para qualquer serviço, ele está promovendo a Igreja Ortodoxa, ao mesmo tempo em que tenta abafar a pregação da Igreja Católica.

domingo, 9 de setembro de 2012

Comunistas ucranianos anunciam novas estátuas para carrasco russo

Estátua de Stalin em Zaporizhye, 2010
O governo de Kiev está favorecendo a reabsorção do país pela Rússia de Putin.

Para esse fim, facilita entre outras medidas as atividades propagandísticas dos desmilinguidos saudosistas do regime que exterminou milhões de ucranianos num dos maiores genocídios da História.

Mercê desse apoio proveniente de Moscou e Kiev, o Partido Comunista de todos os Bolchevistas da União, organização que perpetua o velho Partido Comunista da União Soviética, anunciou a ereção no país de mais quatro estátuas em honra de Josef Stalin.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

A Rússia reativa antigas bases militares soviéticas nos três Oceanos

Vice-almirante Viktor Chirkov,
chefe da Marinha russa
A Marinha de guerra russa negocia a reabertura de suas bases navais em Cuba, Vietnã e Ilhas Seychelles, as quais foram fechadas após a queda da URSS, informou o diário espanhol “El País”.

O vice-almirante Victor Chirkov, comandante da Marinha russa, explicou à agência oficial RIA-Nóvosti:

“Estamos estudando a criação de pontos de assistência e manutenção no território de Cuba, nas ilhas Seychelles e no Vietnã”. 
Desta maneira, a Rússia restaurará sua presença militar nos três oceanos.

Ele reconheceu que o objetivo do país para os próximos anos é “o desenvolvimento das forças da Armada russa para além das fronteiras da Federação”.

domingo, 5 de agosto de 2012

Bebês abortados para fazer cosméticos


A polícia russa encontrou 248 fetos humanos, provavelmente resultantes de abortos, em um bosque de Sverdlovsk, nos Urais, informaram à AFP fontes judiciais locais.

Elena Mizulina, presidente da Comissão pela Família, Mulheres e Infância da Duma (Câmara russa), denunciou a existência de uma rede que negocia fetos de abortos tardios para produzir cosméticos.

Os bebês assassinados estavam em quatro tonéis de plástico, perto da cidade de Anik, a 75 km de Ekaterimburgo, capital da região, destacou uma fonte do Ministério do Interior.

domingo, 29 de abril de 2012

Cardeal Mindszenty, vítima do comunismo, plenamente reabilitado na Hungria

O Cardenal Mindszenty no banco dos réus,
durante o pantomímico processo comunista em 1949
O glorioso Cardeal Josef Mindszenty, Arcebispo-Príncipe de Esztergom e Primaz Regente da Hungria foi objeto de plena reabilitação legal, moral e política por meio de lei aprovada pelo Parlamento de Budapest e um acórdão da Suprema Corte magiar.

Ambos Poderes reconheceram a inteira inocência do Primaz e declararam destituídas de qualquer valor legal as acusações forjadas pela persecução comunista.

O Cardeal Mindszenty foi preso pelo regime comunista em 1948.

Os torturadores socialistas, através do uso de drogas obtiveram que o Cardeal assinasse uma “confissão” de conspirar contra a ditadura russa, de roubar das joias da Coroa húngara visando coroar o herdeiro, aliás legítimo, Arquiduque Otto de Habsburgo, como Imperador da Europa do Leste e, ainda, planejar a Terceira Guerra Mundial contra Moscou.

O ínclito Cardeal foi liberado pela rebelião anticomunista de 1956, e obteve asilo na representação americana em Budapest durante 15 anos.

domingo, 22 de abril de 2012

Cardeal Mindszenty — 120 anos


Herói da resistência anticomunista, o Cardeal József Mindszenty foi Arcebispo-Príncipe de Esztergom e Primaz da Hungria. Mesmo preso pelo regime comunista [foto ao lado], cruelmente torturado e obrigado a ausentar-se de seu povo, jamais dobrou os joelhos diante da tirania vermelha.

Hoje em dia, quando a Hungria vem sendo perseguida por órgãos internacionais pelo fato de ter adotado uma Constituição contrária ao comunismo, ao aborto e ao “casamento” homossexual e ter rememorado as glórias de seu passado cristão, a figura do Cardeal Mindszenty paira sobre a nação como uma bênção e uma inspiração.

domingo, 15 de abril de 2012

Igreja Ortodoxa russa foi instrumento de Stalin
para tentar liquidar o catolicismo

Dom Sviatoslav Shevchuk, acebispo mor do rito greco-católico ucraniano
Dom Sviatoslav Shevchuk,
acebispo mor do rito greco-católico ucraniano
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




“A Igreja Ortodoxa Russa foi utilizada pelo regime de Stalin para a liquidação pela força da Igreja Greco-Católica Ucraniana”, mas “o clero ortodoxo [= cismático] russo ainda não se desculpou com o greco-católico pela apropriação indevida de todos os seus bens”, disse Sua Beatitude Sviatoslav Shevchuk, arcebispo-mor do rito Greco-Católico ucraniano, em entrevista veiculada pela agência Religious Information Service of Ukraine – RISU

“Na minha opinião, a capacidade de pedir desculpas indica uma consciência cristã, e é uma condição necessária para a chamada purificação da memória.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Países que padeceram a ditadura soviética não querem a ditadura da UE

Budapest: cartaz em passeta defendendo a Constituição
Budapest: cartaz em passeta defendendo a Constituição
A Polônia e a Lituânia apoiaram a Hungria em meio a uma onda de ataques que esta sofreu por ter aprovado uma Constituição marcada por altos valores cristãos.

Zsolt Nemeth, secretário do Ministério do Exterior húngaro, declarou que seu governo propôs ao Parlamento a aprovação de um “decreto de gratidão” aos líderes desses dois países, noticiou “The Lituanian Tribune”.

Esses países da Europa Central compreendem bem “o que é o Estado pós-comunista do ponto de vista psicológico, político e econômico, e como é difícil operar mudanças profundas para eliminar as redes pós-comunistas”, observou o site politcs.hu.
Budapest: húngaros agradecem apoio lituano e polonês

Veja vídeo
União Europeia parece URSS,
dizem húngaros

O Parlamento lituano aprovou resolução apoiando o direito da Hungria de elaborar sua própria Constituição.

Por sua vez, o premier polonês Donald Tusk declarou que a Polônia sustentaria politicamente a Hungria contra as “exageradas reações políticas europeias”, em referência às atitudes assumidas pela União Europeia e líderes do continente contra a altaneira nação húngara.

domingo, 4 de março de 2012

Vitória fabricada na Rússia. Fraudes oficiais e extraoficiais consagram Putin

Resultados pre-anunciados esvaziaram significado do pleito

O candidato russo à presidência, Grigory Yavlinsky, chefe do partido liberal Yabloko, poderia impedir a vitória pré-programada de Vladimir nas eleições presidenciais russsas, escreveu o jornal parisiense “Le Figaro”.

Mas os atuais chefes supremos da Rússia não hesitaram. A fraude programada tinha que dar certo, como planejado e como se deu de fato.

A Comissão Eleitoral russa, instituição acusada de organizar e acobertar a falsificação massiva dos resultados das eleições parlamentares de dezembro, o “apagaram” das listas oficiais com pretextos que não convenceram ninguém.

domingo, 8 de janeiro de 2012

Putin falsifica eleições e reprime opositores. Ocidente silencia


Na Rússia, a perda de prestígio do ex-coronel da KGB, Vladimir Putin, patenteou-se em estrepitosas vaias públicas e na perda da esmagadora maioria que seu partido possuía na Duma (Parlamento).

Nas eleições de dezembro, mais de cinco mil casos de fraude foram denunciados e entre 20 e 25% dos votos teriam sido fabricados, segundo o “The Moscow Times”.

A fraude maciça foi confirmada pelos observadores internacionais e até pela secretária norteamericana de Estado, Hillary Clinton.

Dezenas de milhares de oposicionistas manifestaram-se contra a falcatrua e foram reprimidos com violência; mais de 500 foram presos.