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domingo, 25 de outubro de 2015

Tártaros bloqueiam economicamente a Criméia




Membros do povo tártaro que residiam na península invadida pela Rússia estão bloqueando as estradas que conectam a Crimeia à Ucrânia e por onde chegam grandes volumes de produtos indispensáveis para a região.

Os tártaros querem chamar a atenção para a discriminação e o acosso de que eles estão sendo objeto na península pelo invasor russo, noticiou o jornal “The Telegraph”, de Londres.

Centenas de tártaros, em certos casos apoiados por grupos de milicianos ucranianos, cortam as artérias vitais com blocos de cimento e tornam mais lenta a passagem dos caminhões nas autoestradas.

domingo, 18 de outubro de 2015

Novo Komintern (antiga Internacional Comunista)
age sob as ordens de Moscou

Manifestação pró-Putin em Paris, associado ao bolivarianismo, entretanto toma ares de 'extrema direita' para dissimular melhor.
Manifestação pró-Putin em Paris, associado ao bolivarianismo,
entretanto toma ares de 'extrema direita' para dissimular melhor.



A Rússia está instalando na Europa uma estrutura ideológica que se assemelha à Internacional Comunista, também conhecida como Terceira Internacional ou Komintern, criada e dirigida outrora pela União Soviética”, denunciou novo relatório do serviço de contra-inteligência da República Checa.

O velho Komintern, criado por Lenine para espalhar a revolução bolchevista no mundo, agiu escancaradamente desde 1919 até 1943.

Em 1943, os EUA e seus aliados exigiram o fechamento dessa Internacional Comunista como condição para o envio de auxílios maciços à URSS, em guerra com a Alemanha e sendo dobrada militarmente por esta.

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Sob disfarce de “patriotismo”,
Putin restaura onipotência do Estado
e o culto da personalidade

O artificial patriotismo induzido converge no culto da personalidade de Vladimir Putin. Loja em Moscou
O artificial patriotismo induzido converge
no culto da personalidade de Vladimir Putin. Loja em Moscou



Está em curso uma militarização geral da Rússia, apontou reportagem de AsiaNews. A exaltação do exército e o desejo exacerbado de servir a pátria atingiram níveis máximos do ponto de vista da estatística e da histeria coletiva.

A militarização começa nas escolas, onde se ensina educação militar-patriótica da população, um conceito martelado enfaticamente desde a invasão da Ucrânia.

Ele ocupa o lugar do doutrinamento marxista-leninista em tempos da URSS e é regulado por um programa especial do todo-poderoso governo.

O Ministério da Defesa prepara o plano para os anos 2016-2020. A finalidade é formar as mentalidades das crianças desde o berço e fazê-las soldados da “nova URSS”, orgulhosas de um passado que inclui com destaque a era leninista-stalinista.

Os jovens serão iniciados desde muito pequenos, sendo confiscados pela nova educação entre 1 e 6 anos de idade. Nesse período, são tirados da influência dos pais e passam a depender do Estado, que os iniciará num sistema de ‘valores espirituais’.

domingo, 4 de outubro de 2015

Hiroshima e Chernobyl: dois pesos e duas medidas

Hiroshima, depois da bomba
Hiroshima, depois da bomba




Comemorou-se em agosto o 70º aniversário do lutuoso uso da primeira bomba nuclear na II Guerra Mundial.

Em 6 de agosto de 1945, o bombardeiro B-29 americano Enola Gay despejou a primeira bomba nuclear sobre a cidade japonesa de Hiroshima, causando a morte de por volta de 70.000 pessoas, além de incontáveis feridos.

Hoje, Hiroshima é uma cidade moderna, pujante e próspera, onde a vida progride com vigor, tendo virtualmente desaparecido os vestígios de radiação nuclear.

Outro calamitoso episódio também envolveu a energia nuclear. Ele aconteceu no dia 26 de abril de 1986 na central atômica soviética de Chernobyl, a 100 quilômetros no norte de Kiev, capital da Ucrânia.