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| Só na invasão da Ucrânia, o Kremlin teria sacrificado mais de um milhão de homens |
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Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs |
Segundo o instituto de estatística do governo Rosstat, a população da Rússia caiu para menos de 140 milhões de habitantes.
O ditador Putin e seu servidor o Patriarca Kirill de Moscou, instam os jovens a repovoarem o país.
A população caiu pela imoralidade somada a mortandade da guerra na Ucrânia, a emigração, e a depressão induzida pelos líderes políticos e espirituais.
Demógrafos independentes como o tártaro Salavat Abykalikov e o bashkir Aby Shukjurov dizem que a crise é gerada pelo regime socialista e a falsa igreja ortodoxa, escreveu “AsiaNews”.
“Todos os anos, o equivalente a uma grande cidade desaparece do mapa demográfico da Rússia” explicaa Sergei Mironov, líder do partido “Rússia Justa”.
Os dados do Rosstat foram classificados confidenciais, porque apontam uma queda de quase dois milhões emos cinco anos. O governo mandou citar constantemente o número de 145 milhões de habitantes.
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| Igreja cismática mantém o povo nos vícios e erros religiosos |
Esses piorarão ainda mais pela emigração e o enorme número de vítimas da guerra.
As regiões com taxas de crescimento tradicionalmente mais altas, como o Tartaristão e a Basquíria, sofreram o maior número de baixas na frente ucraniana.
O número de pessoas que fogem para o exterior por causa da guerra é de centenas de milhares.
Desde o início da operação especial na Ucrânia as pessoas começaram a se casar em massa, pelas vantagens econômicas dos contratos de guerra, mas sem aumento da natalidade.
A propaganda de guerra incentiva de todas as formas a gravidez até das menores de idade, para reverter a tendência negativa.
Os piores indicadores demográficos estão nas capitais Moscou e São Petersburgo.
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| Igreja cismática estimula o "moedor de carne" que consome incontáveis vida nas guerras de invasão |
Na realidade, essas medidas não levam a um aumento real da população infantil.
Muitas regiões tentam “multas por aborto”, mas não podem aumentar a vida das pessoas e garantir o futuro de um país em declínio devorado pela imoralidade e por uma igreja falsa oficial.





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