Mostrando postagens com marcador esporte. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador esporte. Mostrar todas as postagens

domingo, 14 de fevereiro de 2021

Rússia banida dos Jogos Olímpicos por doping

Rússia proibida por doping oficial nas Olimpiadas do Japón 2021
Rússia proibida por doping oficial nas Olimpíadas do Japão 2021
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Há tempos a Rússia disputa na justiça esportiva a presença nas competições internacionais após a descoberta de um grande esquema de doping montado pelo Kremlin antes e durante as Olimpíadas de Inverno de Sochi 2014.

A Agência Mundial Antidoping a proibiu Moscou de competir nos próximos quatro anos nos jogos mundiais.

O Kremlin apelou a diversas instancias até que o tribunal máximo esportivo, o Tribunal de Arbitragem do Esporte (CAS), confirmou que não poderá participar dos Jogos Olímpicos de Tóquio ou campeonatos mundiais até 2022, noticiou “Clarín”.

E não lhe foi tão mal. Os juízes do CAS reduziram de quatro para dois anos a suspensão que a Agência Mundial Antidopagem lhe havia imposto por causa de manipulação de dados.

A decisão não tem precedentes na história da justiça esportiva. E enfatiza que a Rússia não poderá competir usando seu nome, bandeira e hino durante esse período, nem poderá sediar qualquer evento esportivo por dois anos.

Os atletas e times russos poderão competir nas Olimpíadas de Tóquio e nos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim em 2022, bem como em campeonatos mundiais, incluindo a Copa do Mundo Qatar 2022, se não estiverem envolvidos em casos de doping.

Uma delegação poderá usar uniformes com o nome “Rússia” desde que a frase “Atleta Neutro” ou “Delegação Neutra” se destaque junto e igualmente.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Kremlin combinou dopagem de atletas

Putin apontado pela Agência Mundial Antidoping como peça fundamental do esquema de dopagem de atletas na Rússia
Putin apontado pela Agência Mundial Antidoping
como peça fundamental do esquema de dopagem de atletas na Rússia 
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




A Rússia está muito perto de não ser representada nas modalidades de atletismo nas Olimpíadas de Rio de Janeiro.

O presidente da Associação Europeia de Atletismo, Svein Arne Hansen, espera que a Rússia não volte às competições internacionais a tempo de participar dos Jogos Olímpicos, noticiou a agência Reuters.

Segundo a mesma agência, os atletas russos foram banidos indefinidamente pela Associação Internacional de Federações de Atletismo (IAAF, na sigla em inglês) em 2015, após a Agência Mundial Antidoping (WADA) relatar uma ampla rede de corrupção e cultura do uso de drogas na Rússia.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Rússia à testa da dopagem no atletismo mundial




Já antes do início do Mundial de Atletismo em Pequim, o esporte estava às voltas com um escândalo devastador, por causa da dopagem de muitos atletas, relatou o jornal Clarín de Buenos Aires.

800 atletas estavam sob suspeita. Entre eles, 145 medalhistas e 55 campeões olímpicos. A TV pública alemã ARD e o jornal britânico “The Sunday Times” publicaram dados da Agência Mundial Antidoping (AMA) referentes ao período 2001 a 2012.

O dossiê inclui mais de 12.000 analises a mais de 5.000 atletas, 800 dos quais deram resultados sanguíneos “anormais” ou que “sugerem dopagem”.

Em algumas especialidades, a dopagem parece maciça. Um terço das medalhas de atletismo olímpicas e mundiais desse período estaria sob suspeita, inclusive 55 campeões olímpicos e mundiais e um terço dos atuais recordes do mundo.

terça-feira, 28 de abril de 2015

Ambições hegemónicas da “nova-URSS”
fraudam normas até no esporte



“Todos os atletas russos nos dopamos em algum momento. Os dirigentes impõem isso aos treinadores e estes aos esportistas. No fim, você acha que não está fazendo nada ruim”, explicou Yuliya Rusanova.

Ela ganhou a medalha de bronze no 800 do Europeu 'indoor' de Paris 2011, mas foi sancionada em 2013 por alterações em seu passaporte biológico.

“Existe toda uma metodologia para impedir resultados ‘positivos’ de dopagem. Os funcionários garantem que os atletas não sejam submetidos a testes”, acrescentou seu marido Vitali Stepanov, ex-dirigente da Agência Antidopagem da Rússia (Rusada), segundo o jornal espanhol “El Mundo”. 

“O esportista está submetido a muitas pressões e no fim não tem outra alternativa senão as práticas ilegais”, acrescentou Oleg Popov, treinador de vários atletas 'caçados' nos últimos anos.

domingo, 30 de março de 2014

Esportistas russos estariam sendo
dopados com gás xênon

Televisão pública alemã WDR levantou a suspeita



Os jogos olímpicos de inverno em Sochi, na Rússia, foram ocasião de múltiplas revelações.

Uma foi a publicação de documento interno das autoridades russas do esporte sobre o uso do gás xênon como “substância útil para o aumento das prestações” dos atletas, noticiou o jornal “El Mundo” de Madri.

Outrora foi bem conhecido o esforço da URSS para obter grande número de medalhas em competições desportivas. Isso era um meio de reforçar a propaganda ideológica de seu sistema materialista. Então foram praticados todas as ilegalidades e abusos possíveis.

Contudo, após a queda da URSS, sem os estímulos ideológicos estatais, os atletas russos deixaram de ganhar o número distorcido de prêmios que obtinham, e voltou-se à realidade do esporte.