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| Mais de 50.000 russos teriam desertado de seu exército |
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Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs |
Há um aumento contínuo de deserções no exército russo nas linhas de frente e nos distritos militares, segundo Ukrinform.
Segundo Kiev, milhares de soldados se recusam a ir à guerra e abandonam suas unidades, apesar dos fuzilamentos punitivos internos.
No setor de Orikhiv, “mais de 4.500 soldados abandonaram suas posições e fuginram”, disse o porta-voz ucraniano do Comando “Sul”, Vladyslav Voloshyn.
As principais causas são condições insuportáveis, violência interna, falta de suprimentos e o envio massivo de tropas a “ataques de bucha de canhão”.
No setor de Orikhiv, onde as forças russas operam contra as tropas ucranianas, o porta-voz do Comando “Sul”, Vladyslav Voloshyn, relatou casos massivos de deserção.
“De acordo com nossa inteligência, o 58º Exército Combinado do Distrito Militar do Sul está atualmente lutando nesta frente.
Somente nesta unidade, mais de 4.500 soldados abandonaram suas posições e estão fugindo”, disse ele.
De acordo com a Inteligência Militar Ucraniana (UGI), entre novembro de 2024 e julho de 2025, mais de 25.000 soldados e oficiais do Distrito Militar Central da Rússia desertaram de suas unidades.
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| Soldado russo se entrega a um drone que depois o conduz a local de entrega |
Desde 2024, foram registrados mais de 30 casos de fuga com armas e equipamentos militares.
As principais causas citadas são condições insuportáveis de serviço, violência interna (“dedovshchina”), falta de suprimentos e o envio massivo de tropas em “ataques de bucha de canhão”.
O GUR observa, por fim, que, em relatórios internos do exército russo, uma nova categoria aparece entre as causas de morte: a “não execução de uma ordem”, é interpretada como pretexto para a prática sistemática de execuções sumárias de soldados que se recusam a lutar pelas




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