segunda-feira, 10 de março de 2014

A Rússia de Putin: um Colosso com pés de barro

Para Putin a queda de Ianukovich foi a pior das derrotas
Para Putin a queda de Ianukovich
foi a pior das derrotas
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






A vitória em Kiev de um movimento anticomunista, patriótico e religioso significou para Vladimir Putin “a maior derrota desde que chegou ao Kremlin, como premiê, em 1999”, segundo o jornal “O Estado de S.Paulo” (28.02.14).

Bem no estilo viperino e cruel de seus predecessores na URSS o revide foi inspirado pelo espírito de vingança, como observou a “Folha de S.Paulo” (01.03.14). Mas em política a desforra induz a desastres.

A Criméia foi o primeiro alvo dessa vingança. As circunstâncias militares, sociais e históricas favoreciam uma invasão ilegal.

A brutalidade dos procedimentos de Putin, o desrespeito generalizado de acordos assinados, a falsidade de suas declarações logo desmentidas pelos fatos por ele encomendados, revelam uma fera ferida, acuada, que com rugidos tenta dissimular seu estado de fraqueza e falta de apoio popular.

“A Rússia está preocupada, porque não esperava uma saída tão rápida de Víktor Yanukóvytch” disse Alexander Konovalov, do Instituto de Estudos Estratégicos.

Aquela que é o berço da Rússia histórica – a Ucrânia – disse não ao Kremlin e sim à sua independência.

As manifestações nas províncias orientais da Ucrânia estão sendo engrossadas com “russos do outro lado da fronteira — turistas de protestos”, enviados em ônibus por Moscou, observou Andrew Roth, do New York Times.

Roth esclareceu que “a presença de cidadãos russos e relatos de ônibus cheios de ativistas que chegam da Rússia sugerem um alto grau de coordenação com Moscou”.

A importação de agitadores sugere que nas províncias ucranianas que falam russo os cidadãos não estão dispostos a fazerem uma revolução para cair nas garras do Kremlin.

Putin ruge para ocultar sua fraqueza.
Putin ruge para ocultar sua fraqueza.
Então, Putin precisa enviar gente paga. Já vimos muito disso no Brasil com militantes “sem terra” e assemelhados pagos para manifestarem nas cidades ou invadirem fazendas no campo. Sem paga diária não se movimentam.

“Quando milhares de manifestantes pró-russos em Kharkiv invadiram um prédio do governo no sábado, foi um moscovita de 25 anos, hospedado em um hotel ao lado da praça, que escalou o prédio, retirou a bandeira ucraniana e hasteou a bandeira da Rússia. Identificado como Mikhail Chuprikov, funcionários do hotel confirmaram o check-in dele. Com um passaporte russo”, acrescentou Roth.

Putin precisou bloquear as redes sociais ocidentais, pois nos foros de discussão, os cidadãos apoiavam massivamente a causa da Ucrânia livre.

Para o ditador do Kremlin ficou a rede social VKontakte (uma contrafação de Facebook).

Porém, também nela os censores da agência de vigilância das comunicações Roskomnadzor têm muito trabalho cortando as opiniões discordantes do regime e de uma eventual guerra na Criméia provocada pela Rússia.

Embora Putin tenha despachado grandes contingentes de tropa para a Criméia, dando a impressão que o Golias russo esmaga o Davi ucraniano, as coisas não são tão claras do lado militar.

Os dois lados sofrem pela falta de modernização das respectivas forças armadas.

Acresce que os números sete ou oito vezes superiores do exército russo são enganosos, porque o fator que pode decidir num conflito é o ânimo dos eventuais contendentes.

E o ânimo das forças ucranianas inferiores em número impressiona, como na cena em que soldados ucranianos marcham desarmados em direção a russos que disparam por cima de suas cabeças. Eles não se intimidam.

Em Kiev enormes filas de jovens se apresentam nos quarteis como voluntários para uma eventual guerra, ainda quando cartazes avisam que não se iniciou o recrutamento.

Soldados ucranianos desarmados marcham contra tropa russa que dispara por cima de suas cabeças
Soldados ucranianos desarmados marcham contra tropa russa
que dispara por cima de suas cabeças
Os ucranianos pensam em defender sua terra, a terra de seus pais, de sua família, do local onde nasceram.

Não pensam assim os soldados russos, muitas vezes trazidos de regiões longínquas e que não veem por que dar a vida por uma Criméia que nem sabem localizar no mapa.

“A verdade é que a maioria dos russos se opõe à intervenção na Ucrânia”, escreveu Vladimir V. Kara-Murza, para o “Washington Post”. “O Centro de Pesquisa de Opinião Pública Russo, estatal, admitiu que 73% dos russos são contra”, acrescentou Kara-Murza (O Globo, 6.3.2014).

Na Ucrânia o povo se une em função de um eventual enfrentamento. Mas, na Rússia o povo se divide e se multiplicam os protestos contra uma guerra em Crimeia, protestos esses rapidamente silenciados pela polícia política.

A apresentadora Liv Wahl da TV Russia Today criada por Putin para desinformar Ocidente e que emite desde Washington, em meio da transmissão anunciou que ela fazia causa comum com a Ucrânia e que abandonava essa TV pela insuportável manipulação das informações.

Dias antes, outra apresentadora da mesma estação, Abby Martin, denunciou a invasão da Crimeia por tropas russas.

Ainda na balança de forças militares, o número de soldados de que Putin disporia para um conflito parece reduzido. A causa é que o chefe do Kremlin deve aplicar muita tropa em regiões que estão em virtual ou real revolta contra ele, como a Chechênia.

Ocidente não pode fraquejar como fez ante Hitler sob pena de uma guerra universa
Ocidente não pode fraquejar como fez ante Hitler sob pena de uma guerra universal
Dessa maneira, a brutalidade e arbitrariedade do procedimento de Putin, servem para mascarar que o Colosso russo têm pés de barro.

O grande fator que poderá inclinar a balança do lado russo é a indecisão e vontade de entregar os pontos por parte de Ocidente.

Essa fraqueza ocidental pode transformar qualquer acordo com a Rússia em um novo acordo de Munique, onde a Inglaterra e a França abaixaram a cabeça diante das provocações de Hitler nos Sudetos com o pretexto de evitar a guerra.

E assim prepararam a maior guerra mundial que o mundo já padeceu...


quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Ucrânia vitoriosa continua ameaçada pelo sonho ofídico de uma “nova-URSS”

Ucrânia venera os heróis de Maidan
Ucrânia venera os heróis de Maidan
A Ucrânia está vivendo uma das páginas mais gloriosas de sua história.

O ditador Yanukovich acabou sendo destituído pela Rada Suprema (Parlamento) e se encontra fugitivo, provavelmente acobertado pelo seu mentor Vladimir Putin em algum local ignoto.

Na Praça da Independência de Kiev, mais conhecida como Maidan, dezenas de jovens heróis sacrificaram a vida para impedir que a Ucrânia caísse num comunismo mal disfarçado.

Após três meses de ininterrompida manifestação pacífica de Maidan, sob frios que chegaram a atingir -30º, dia e noite, multidões disseram não ao iniquo projeto de sujeitar o país à “nova-URSS” de Vladimir Putin.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Festa dos Jogos Olímpicos na Rússia
glorifica Stalin e URSS

Foice e martelo nos Jogos da "nova-URSS" de Putin
A inauguração dos Jogos Olímpicos de inverno em Sochi, Rússia, transmitiu uma mensagem de forte conteúdo soviético seguindo o desejo do presidente Vladimir Putin. Cfr o comentário de Olivier Ravanello em Yahoo! Actualité.

Numa apresentação sobre gelo com grande quantidade de figurantes – e muitos erros técnicos – os bailarinos do Bolchoï retrataram a história da Rússia com maldissimulada ênfase no criminoso período bolchevista, seus cortejos de mortos, campos de concentração, prisioneiros políticos, o terror, a fome e a guerra de classes nacional e internacional.

A surpresa tomou conta dos entendidos presentes quando os bailarinos ergueram a foice e o martelo comunista e dois perfis humanos característicos da propaganda soviética stalinista.

domingo, 26 de janeiro de 2014

Na Ucrânia aparece
a mão do verdadeiro Putin

No dia 22 de janeiro, dia da festa da unidade nacional, dois manifestantes pela liberdade foram mortos no centro de Kiev, capital da Ucrânia, por balas disparadas por franco-atiradores.

No mesmo dia, o jornalista Igor Lutsenko e o alpinista Youri Verbinski foram sequestrados pela polícia, levados para fora da cidade e surrados com extrema violência.

Igor acordou no meio da neve e conseguiu chegar até uma aldeia. Youri foi encontrado morto numa floresta.

Na Praça da Independência, um manifestante foi desnudado e seviciado pela polícia, que fez questão de fotografá-lo num estado humilhante. Um jornalista filmou a cena, que percorreu o mundo pela Internet.

Estas e muitas outras violências, que fogem de qualquer critério de lei ou de moral, despertaram o velho espectro da repressão da KGB que martirizou a Ucrânia.

domingo, 12 de janeiro de 2014

Jovens católicos ucranianos na linha de frente contra a “nova-URSS” de Putin

George Weigel
O historiador católico George Weigel dispensa apresentação tal é a notoriedade de seu nome nos EUA e na Europa Central.

Reproduzimos a continuação alguns excertos de seu artigo “O drama da Ucrânia” publicado no site Aleteia de candente atualidade.


O drama da Ucrânia

Uma Ucrânia integrada à Europa limita o revanchismo russo, alivia a pressão russa sobre a Polônia e os países bálticos e garante a não reconstituição “de facto” da União Soviética

Em 1984, a Igreja Greco-Católica Ucraniana (IGCU) [N.R.: fiel a Roma] era não apenas a maior das Igrejas orientais católicas, mas também o maior corpo religioso do mundo a viver sob um regime de proscrição e perseguição.

Proibida na União Soviética pelo infame acordo de Lviv de 1946 [N.R.: imposição soviética que confirmou a anexao da Ucrânia pela URSS], uma farsa orquestrada pela polícia secreta soviética, a IGCU tinha conseguido manter a sua vida eclesial apesar das circunstâncias draconianas.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Ucrânia: SIM! “Nova-URSS” de Putin: NÃO!

Patriotas ucranianos cantam o hino nacional
na passagem do ano 2013-2014 na Praça da Independência em Kiev.
Pelos menos 100.000 estavam ali cantando unidos em sinal de que
não se deixarão engolir pelo urso russo.
(AP Photo/Efrem Lukatsky)

A Ucrânia está dizendo o que pensa na Praça da Independência de Kiev e em toda parte onde há um filho fiel de nossa Pátria.

O ex-coronel da KGB, Vladimir Putin, já não esconde o sonho de restaurar a extinta URSS com um disfarce novo.

Sim, a ditadura soviética que provocou o holocausto de milhões de ucranianos está de volta. E tem cúmplices que o povo ucraniano não aceita.

Até observadores estrangeiros reconhecem:

“a agilidade do tigre e do cinismo [é a] do patrono de Yanukovich, Putin” (Giles Lapouge, OESP, 15-12-2013);

“com seu arsenal de subornos, chantagens e ameaças, Putin promoveu o atual estado de agitação social na Ucrânia, que ele descreveu como ‘não sendo realmente um Estado’ na Cúpula de Bucareste da Otan, em 2008” (Michael Weiss, Foreign Policy, apud OESP 16-12-2013).

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Mensagem do webmaster:
2014?

2013 sem dúvida passará para a História.

Só pensar que apenas iniciado o ano, nos céus de Roma, emoldurados pelos símbolos sagrados do Papado, um helicóptero fazia o voo de despedida de Bento XVI!

A renúncia, segundo o decano dos cardeais Ângelo Sodano, caiu “como um raio em céu sereno”. E na mesma noite, um raio atingiu a cúpula da Basílica de São Pedro.

Poucos dias antes, um temporal de violência inusitada danificou o Santuário de Fátima, no 75º aniversário da aurora boreal anunciada por Nossa Senhora: “quando virdes uma noite alumiada por uma luz desconhecida sabei que é o grande sinal, por meio da guerra, da fome e de perseguições à Igreja e ao Santo Padre”.

domingo, 8 de dezembro de 2013

Povo ucraniano recusa a canga da velha URSS maquiada por Putin

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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A Ucrânia enquanto nação soberana vinha negociando um acordo de associação com a União Europeia.

Malgrado os aspectos negativos que essa aproximação poderia trazer, essa aproximação teria um efeito positivo muito maior: afastar as garras opressoras da Rússia. Ele garantiria a independência do país face à cobiça russa.

Porém, o atual presidente Viktor Yanukovich vinha agindo como dócil instrumento de Vladimir Putin.

Para Putin, que mais recentemente escolheu as roupagens de defensor do cristianismo, na realidade não havia dúvidas: ele quer reconstituir a grandeza opressiva da falida URSS. E a Ucrânia é a “joia da coroa” da URSS.

Manifestação do Milhão inundou Kiev, e instrumentos de Putin tremem
Manifestação do Milhão inundou Kiev, e instrumentos de Putin tremem
Trata-se para Putin de engoli-la sim ou sim.

Com habilidade muito típica da KGB e manipulando presidente e deputados pró-russos, o senhor todo-poderoso da Rússia conseguiu vetar o acordo que possibilitaria a aproximação da Ucrânia com a União Europeia. E em consequência afastaria o povo ucraniano da opressão russa.

O povo ucraniano está se mostrando determinado e idealista.

Ele lembra os milhões de seus antepassados massacrados pela nefasta URSS e está habituado às mentiras sistemáticas da propaganda da KGB.

Ele percebe o que está por detrás do jogo diplomático: a escravidão e perda de independência e vexames nacionais de toda espécie.

Povo ucraniano defende heroicamente sua independência
Povo ucraniano defende heroicamente sua independência
A União Europeia acusou a Rússia de impedir o acordo, como forma de manter o seu domínio sobre as antigas repúblicas soviéticas.

O presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, sempre bom de papo, afirmou que rejeitará os vetos da Rússia.

Herman Van Rompuy, presidente do Conselho Europeu, afirmou: “chegou a hora da coragem e decisão. Não devemos renunciar ante pressões externas, mesmo da Rússia”. Alguns outros compararam Putin com Breznev e Stalin.

Porém, desses líderes da UE só se pode aguardar inércia e capitulação face ao agressor russo. E a imprensa reconheceu que “na briga por Kiev, Putin bate Europa” (Folha de S. Paulo, 29-11-2013)

Estátua de Lenine derrubada em Kiev, na festa da Imaculada Conceição
Estátua de Lenine derrubada em Kiev, na festa da Imaculada Conceição
O povo ucraniano compreendeu que estava sozinho.

Mas não arredou e corajosamente saiu às ruas das grandes cidades para repudiar a manobra de Moscou e seus sequazes.

Além do mais está pedindo a renúncia do governo satélite da Rússia, encabeçado pelo presidente Viktor Yanukovich.



Após centenas de milhares de ucranianos cercarem os principais prédios do governo em Kiev, Yanukovich reagiu como faziam os instrumentos da URSS em décadas que se acreditava superadas: ele prometeu retomar as negociações com a UE e dialogar com a oposição enquanto mandava vir tropas e reforçar o esquema de repressão.

Mas o povo ucraniano lucidamente não caiu nessa conversa.

No domingo 8 de novembro a Marcha do Milhão literalmente inundou o centro de Kiev exigindo o fim da sujeição ao ditador disfarçado de cristão Vladimir Putin.

Patriotas ucranianos desabafam na estátua de Lenine
Patriotas ucranianos desabafam na estátua de Lenine
Neste domingo, evidenciando o caráter antissoviético e anticomunista da imensa manifestação patriótica, o povo ucraniano derrubou e esmigalhou uma grande estatua de Lenine.

Este monumento que a população julgava uma ofensa, dominava a Praça Bessarabskaya, perto da rua Kreschatik, em Kiev, capital da Ucrânia.

O que fará a raposa xará de Lenine?

Religioso ucraniano abençoa a marreta usada para esmigalhar
o símbolo da tirania comunista soviética
Cabe a nos, patentear nosso apoio e admiração ao povo ucraniano que defende sua pátria contra a agressividade da Rússia que tenta restaurar o antigo império anticristão e contra a pusilanimidade de Ocidente.

Acrescentamos que, a exemplo dos protestos na Ucrânia, Putin foi recebido na Armênia com manifestações com cartazes de “Putin, vá para casa” e “Não à URSS”.

Os armênios repudiam os planos de incluir o pequeno país do Sul do Cáucaso em uma zona de livre comércio sob a liderança de Moscou.


Videos: Na festa da Inmaculada: ucranianos derrubam estátua de Lenine, malgrado a repressão de tipo soviético








domingo, 15 de setembro de 2013

Primeiro-ministro húngaro denuncia no Parlamento Europeu métodos stalinistas da UE

Orban no Parlamento Europeu
Orban no Parlamento Europeu
O Parlamento Europeu prossegue em sua ofensiva cristofóbica contra indivíduos, costumes, leis e países que afirmem de algum modo, ainda que incompleto, sua fidelidade ao catolicismo ou às tradições históricas cristas.

A Constituição e o governo da Hungria estão na sua mira pelo “delito” de cristianismo e tradições cristãs. Os eurodeputados aprovaram em julho um relatório condenando medidas nesse sentido do governo magiar, além de outras que a nação de Santo Estêvão está no seu direito de adotar em nome da tão propalada democracia.

O Parlamento Europeu “recomendou” à Hungria 30 iniciativas para ela se ajustar às normas comunitárias, como se aquela nação não fosse independente e soberano.

A votação se deu após tenso debate em que o primeiro-ministro Viktor Orbán comparou o órgão pan-europeu com o regime comunista que oprimiu e devastou seu país, noticiou o jornal de Madri “El País”.

domingo, 1 de setembro de 2013

UNESCO declara “patrimônio da Humanidade” os criminosos escritos do “Che” Guevara

UNESCO declara “patrimônio da Humanidade” os criminosos escritos do “Che” Guevara
UNESCO declara “patrimônio da Humanidade”
os criminosos escritos do “Che” Guevara
Numa solenidade realizada em Havana, a Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) dispôs que os escritos de Ernesto “Che” Guevara sejam incluídos no Programa Memória do Mundo, noticiou “The Huffington Post”.

Em consequência, os escritos do sanguinário guerrilheiro argentino, ministro de Fidel Castro morto na Bolívia, serão tidos como “patrimônio da humanidade”.

A cerimônia foi realizada no cárcere de La Cabana, onde Guevara perpetrou inúmeros assassinatos ideológicos. O ato incluiu a exibição de “relíquias” dos crimes do subversivo, como armas e objetos ligados à sua guerra de extermínio comunista.

domingo, 25 de agosto de 2013

Lições da “democracia” de Putin: eleições sob ditadura

Alexeï Navalny
Alexeï Navalny

Na sede do comitê eleitoral do advogado Alexeï Navalny, um dos novos líderes da oposição russa, jovens voluntários que trabalham intensamente para a campanha eleitoral de setembro pululam.

Porém, em Moscou ninguém duvida da reeleição do prefeito Sergueï Sobianine, segundo reportagem do jornal francês “Le Monde”.

Sob a sombra do todo-poderoso Vladimir Putin, os clãs políticos locais a ele submissos têm a vitória garantida. No que é que se diferencia a situação atual da era soviética, onde mesmo sem urnas eletrônicas os candidatos do Partido Comunista venciam com quase 100% dos votos e o resultado já era conhecido meses antes da eleição?

Há algumas diferenças “para inglês ver”. Entre elas a fachada de uma eleição livre onde alguns oposicionistas gozam de uma liberdade restringida. Eles recrutam simpatizantes para animar listas a cujo respeito já foi decidido com antecipação em algum escritório do governo que nunca vencerão. E ai daqueles que vierem a vencer!

domingo, 21 de julho de 2013

Universidade mineira administra curso para difundir comunismo

Foto ilustrativa da "Folha":
Professor Alexandre Arbia dá aula de marxismo,
Centro de Difusão do Comunismo, Univ. Federal de Ouro Preto
A “Folha de S.Paulo” (9-7-2013) informou que a Universidade Federal de Ouro Preto adotou um plano que ensina a propagar o comunismo.

No referido plano, a doutrina é exposta num programa de extensão que propaga desde 2012 ideias comunistas a estudantes e moradores do interior mineiro.

Obviamente, o programa não ensina luta de classes e outros aspectos violentos intrínsecos à expansão do comunismo, que poderiam atrair a polícia e a Justiça e terminar bloqueando a formação dos alunos nas artes revolucionárias.

domingo, 7 de julho de 2013

União Europeia esmaga europeus e Putin esfrega as mãos

Niall Ferguson
Niall Ferguson
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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No Dia da Europa, o jornal econômico milanês “Il Sole 24 Ore”  publicou uma conferência proferida no Canadá pelo historiador Niall Ferguson. Especialista em História Econômica e professor em Harvard, Stanford e Oxford, ele foi qualificado pela revista “Time” como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo.

Seu balanço não poderia ter sido mais decepcionante.

Na década de 1950, a economia da Europa integrada crescia em um ritmo anual de 4%. No III Milênio ela caiu até o zero. À medida que a integração europeia se implementava, seu crescimento declinava.

Os piores mercados de valores dos últimos dez anos? Os europeus, certamente, constatou o professor. Grécia, Irlanda, Finlândia, Portugal, Holanda e Bélgica – foram os piores do mundo. E a União Monetária? Deus nos acuda. Correu muito mal.

Ferguson lembrou que ele e tantos outros economistas, filósofos, jornalistas e especialistas profetizaram a explosão da União Monetária. Mas ou ninguém os ouviu, ou eles não falaram tão forte assim...

Segundo ele, a experiência democrática foi ainda pior. Os europeus não podiam ser forçados como foram a engolir uma união cada vez mais constrangedora, sem respeitar suas vontades.

Ironias fotográficas refletem subconsciente popular europeu
Ironias fotográficas refletem subconsciente popular europeu
Quando os povos votavam contra mais integração política, seus governos os obrigavam a votar de novo, até os indigestos tratados descerem goela adentro.

Aconteceu com os dinamarqueses em 1992; duas vezes com os irlandeses (em 2001 e em 2008); com os franceses, etc.

Cereja no chantilly de desastres: para Ferguson, a experiência europeia foi um eminente fracasso geopolítico. Esperava-se que a UE servisse de contrapeso aos EUA.

Prometeu-se até que a Europa resolveria a guerra na Bósnia. Mas essa guerra no pequeno país balcânico precisou matar cem mil pessoas e deslocar mais de 2,2 milhões para que todo mundo visse que a UE era uma aliança impotente. O conflito só terminou quando os EUA puseram fim ao mata-mata nesse minúsculo território europeu.

Tentou-se impor a unificação pela via econômica, visto que as estratégias políticas não deram resultado, constatou o respeitado professor.

“A quem hei de telefonar quando quiser falar com a Europa?” – teria perguntado o ex-secretário de Estado americano Henry Kissinger.

A resposta chegou anos mais tarde: telefone à baronesa Ashton de Upholland.

O único problema é que ninguém a conhece, sequer ouviu falar seu nome!

A experiência europeia redundou num vergonhoso fracasso, concluiu o acatado mestre britânico.

Porém – acrescentamos –, os eurocratas de Bruxelas parecem decididos a passar o rolo compressor nos povos europeus, sobretudo em seus costumes e raízes cristãs.

Após seis décadas de tentar a utopia, toma corpo de modo espantoso o espectro de uma ditadura muitas vezes comparada à da falida URSS.


domingo, 9 de junho de 2013

Gás de xisto pode liberar Europa das cordas com que a Rússia quereria enforcá-la

Gasodutos russos construídos com tecnologia europeia

A Polônia e outros países europeus estão prestes a decidir o futuro das suas reservas de gás de xisto.

A tecnologia de fraturação hidráulica ou fracking forneceu uma inestimável oportunidade de salvar o continente do desastre e proteger seus legítimos interesses políticos e econômicos, escreveu a revista polonesa “Polityka”, de Varsóvia.

Um velho plano: enforcar a Europa pela energia

Mas essa esperança encontra um grande opositor de olhar enigmático e preocupado: a Rússia, que puxa astuciosamente os fios das redes que a KGB deixou instaladas no Ocidente.

domingo, 2 de junho de 2013

Letônia proíbe a exibição de símbolos comunistas

Escudo nacional da Letônia livre

A Letônia proibiu a utilização de qualquer símbolo (bandeiras, cartazes, hinos, etc.) da era soviética em eventos públicos.

Na proibição ficaram incluídos os símbolos do Partido Comunista Letão e do nazismo, que cooperou com os soviéticos para esmagar o país.

Também ficaram proibidas as manifestações ou reivindicações voltadas contra a independência da Letônia ou que ameacem a sua integridade territorial, noticiou a Baltic News Network.

As restrições só se aplicam a atos públicos e não à vida privada dos cidadãos.

domingo, 19 de maio de 2013

Assassinato de jurista em Moscou reaviva tensões da Guerra Fria

Luis Dufaur
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O jurista russo Sergueï Leonidovich Magnitski morreu com sinais de tortura na prisão Butyrka, de Moscou, em 2009.

“Desapareceu” quando denunciava os métodos corruptos nas empresas estatais do regime de Vladimir Putin, além de práticas criminosas da polícia contra empresas privadas.

O governo russo encomendou investigações programadas para não darem em nada. Mas o caso repercutiu no Ocidente e motivou decisões de censura nos Parlamentos americano e europeu, bem como de organizações privadas pelos direitos humanos.

Um dos recentes episódios foi a publicação nos EUA da “lista Magnitski”, lista negra das autoridades russas que teriam participado na operação para dar morte ao dissidente na prisão e sem processo.

Vladimir Putin acusou o “golpe” como montado contra ele e o denunciou como um atentado “às relações bilaterais”, segundo declarou pela televisão seu porta-voz oficial Dmitri Peskov.

Para o ditador travestido de democrata, a publicação da lista foi “uma ingerência direta nos assuntos internos”. O caso Magnitski, segundo Peskov “não deve ser examinado fora das fronteiras russas. Para nós, isso é inadmissível”, acrescentou. Se for assim, nenhuma justiça será feita.

Peskov arguiu que com tantas crises no mundo não há razão para se preocupar com um casinho desses. Em outras palavras, reivindicou o “direito” socialista de torturar e matar dissidentes impunemente.


Na lista negra americana figuram 18 pessoas, na sua maioria funcionários que teriam participado da cruel morte do jurista em 2009.

Os bens dos indiciados nos EUA ficaram congelados e qualquer cidadão que comercializar com eles se expõe a sanções penais. Os indiciados tampouco podem ingressar em território americano.

Putin revidou proibindo a entrada em território russo de 18 cidadãos americanos. Ele visou especialmente antigos responsáveis da prisão de Guantánamo, onde estão detidos terroristas islâmicos que teriam participado em ataques contra os EUA, e também americanos envolvidos na condenação do traficante de armas russo Viktor Bout.

A proibição de Putin patenteia bem quem são seus amigos mais queridos.

A publicação da “lista Magnitski” e as sanções dela derivadas são consequência de uma lei americana de dezembro de 2012. Os parlamentos inglês e irlandês analisam textos legais análogos.

A vingança de Moscou constitui uma das medidas mais hostis em relação aos EUA desde o fim da Guerra Fria.


domingo, 10 de março de 2013

Dia das Vítimas do Comunismo é comemorado na Europa Oriental

Soldados húngaros prestam homenagem às vitimas do comunismo

A exemplo do que fizeram nos anos anteriores, diversos países outrora escravizados pela (ex) União Soviética comemoraram em 2013 o Dia as Vítimas do Comunismo, conforme noticiou o “Digital Journal”.

Numa vigília de velas em Budapest, János Áder, presidente da Hungria, descreveu o comunismo como tendo sido “concebido no crime”, segundo informou o diário húngaro “Magyar Hírlap”.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Hungria transfere escolas públicas a instituições religiosas

Procissão em Budapest, capital da Hungria
Procissão em Budapest, capital da Hungria
O governo húngaro está transferindo as escolas públicas para instituições religiosas, noticiou a revista francesa L’Express.

Essa política deixa furiosos os líderes socialistas dentro e fora da Hungria, inclusive nos países europeus onde a educação pública apresenta resultados calamitosos. As iradas queixas vão contra o fato de que com política do governo húngaro está sendo restaurada a moral tradicional.

Nas escolas, voltam os cantos religiosos e a oração em comum no início das aulas. Os pais dos alunos escolhem o catecismo que será ensinado a seus filhos.

domingo, 20 de janeiro de 2013

Europeus se desarmam enquanto vendem armas para Rússia

Hollande desarma a França e promete armamento a Putin
Hollande desarma a França e promete armamento a Putin

Os líderes socialistas da França e da Rússia se encontraram no mês de outubro último em Paris para uma “vasta contemplação do horizonte de assuntos estratégicos” mundiais, cujo conteúdo ficou reservado – informou a agencia oficial russa Novosti.

A agência, entretanto, deixou transparecer o fundo dessa “contemplação estratégica”.

O presidente socialista francês François Hollande ordenou a redação de um “Livro branco” visando à aprovação no primeiro semestre de 2013 de uma lei rebaixando ainda mais a capacidade de defesa da França.

domingo, 11 de novembro de 2012

Presidente checo: democracia em estado terminal na União Europeia preludia uma "nova União Soviética"

Bandeira da UE em frangalhos, democracia também
Bandeira da UE em frangalhos, democracia também
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A tendência em aprofundar a União Europeia (UE), estendendo seus poderes com o pretexto de sair da crise em que ela se afunda, caracteriza a “fase final” da destruição da democracia e dos estados nacionais, alertou o presidente da República Checa, país membro da UE.

Numa entrevista concedida ao diário britânico “The Sunday Telegraph”, Václav Klaus alertou contra os políticos de “dupla face”, entre os quais apontou muitos “conservadores” que estão abrindo as portas para um super-Estado europeu.

Eles estão defraudando a confiança que os eleitores depositaram neles, sublinhou.

“Precisamos pensar como restaurar nossos estados e nossa soberania” – acrescentou. “E isso é impossível numa federação. A UE deveria se mover na direção oposta”, disse.

No sentido reprovado pelo presidente checo, manifestou-se o ministro de relações exteriores da Alemanha, Guido Westerwelle. Ele propôs que a UE passe a ser dirigida por um presidente que “nomearia pessoalmente os membros de um governo europeu”.

Westerwelle também pediu a abolição do poder de veto ainda reconhecido aos países membros da União, a fim de “evitar que um simples membro seja capaz de obstruir qualquer iniciativa” do super- governo com o qual ele sonha.

Václav Klaus, presidente da República Checa:  democracia está em “fase final” na Europa
Václav Klaus, presidente da República Checa:
democracia está em “fase final” na Europa
O presidente checo reprovou como ameaçadores os propósitos de José Manuel Barroso – presidente da Comissão Europeia, o “Soviete Supremo” da Europa Unida – formulados em 12 de setembro diante do Parlamento Europeu, propondo uma “federação” todo-poderosa operativa em 2014.

“Essa foi a primeira vez em que as verdadeiras ambições dos protagonistas do aprofundamento da integração europeia foram confessadas”, disse. “Até agora, pessoas como Barroso alimentavam essas ambições em segredo, longe da opinião pública europeia. Temo que Barroso pressente que chegou o momento de anunciar um objetivo absolutamente errado. Eles acham que promovem a ideia de Europa, mas na minha opinião eles a estão destruindo”.

Ontem a luta foi contra a ocupação soviética.  Hoje é para se defender da absorção pela UE
Ontem a luta foi contra a ocupação soviética.
Hoje é para se defender da absorção pela UE
O presidente Klaus, 71, foi um dos líderes do movimento que derrubou o comunismo em seu país e agora denuncia a EU, porque nela os países “vão se tornando uma província inexpressiva”.

Ele reconhece encontrar-se isolado em nível de políticos e chefes de Estado.

Entretanto, destaca que sua experiência contra o comunismo lhe ensinou que os políticos não são o mais importante, mas sim os movimentos profundos que se desenvolvem no seio do povo.

“É uma ironia da História. Nunca teria imaginado em 1989, que hoje estaria fazendo isto: pregar os valores da democracia”.

Compreende-se por que muitos cidadãos europeus estejam fazendo deles o slogan “União Europeia = União Soviética”.


segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Poloneses recusam pacto anticristão a antipatriótico de bispos de seu país com o Patriarcado de Moscou

O agente Mikhailov comemorou vitoria.
Na foto com arcebispo Michalik, presidente dos bispos poloneses

Um leitor de nosso blog enviou-nos desde a Polônia um valioso relatório sobre os efeitos da “Mensagem conjunta às nações de Polônia e da Rússia”, assinado pelo presidente da Conferência Episcopal polonesa, D. Józef Michalik, arcebispo de Przemysl, e o “agente Mikhailov” da (ex-)KGB soviética, mais frequentemente chamado de Cirilo I, (ou Kiril I) Patriarca de Moscou.

Sobre dita Mensagem conjunta publicamos matéria em post anterior.

O presente relatório é exclusivo. Além do mais as informações nele contidas não foram nemminimamente reproduzidas pela imprensa brasileira.

domingo, 9 de setembro de 2012

Comunistas ucranianos anunciam novas estátuas para carrasco russo

Estátua de Stalin em Zaporizhye, 2010
O governo de Kiev está favorecendo a reabsorção do país pela Rússia de Putin.

Para esse fim, facilita entre outras medidas as atividades propagandísticas dos desmilinguidos saudosistas do regime que exterminou milhões de ucranianos num dos maiores genocídios da História.

Mercê desse apoio proveniente de Moscou e Kiev, o Partido Comunista de todos os Bolchevistas da União, organização que perpetua o velho Partido Comunista da União Soviética, anunciou a ereção no país de mais quatro estátuas em honra de Josef Stalin.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

A Rússia reativa antigas bases militares soviéticas nos três Oceanos

Vice-almirante Viktor Chirkov,
chefe da Marinha russa
A Marinha de guerra russa negocia a reabertura de suas bases navais em Cuba, Vietnã e Ilhas Seychelles, as quais foram fechadas após a queda da URSS, informou o diário espanhol “El País”.

O vice-almirante Victor Chirkov, comandante da Marinha russa, explicou à agência oficial RIA-Nóvosti:

“Estamos estudando a criação de pontos de assistência e manutenção no território de Cuba, nas ilhas Seychelles e no Vietnã”. 
Desta maneira, a Rússia restaurará sua presença militar nos três oceanos.

Ele reconheceu que o objetivo do país para os próximos anos é “o desenvolvimento das forças da Armada russa para além das fronteiras da Federação”.

domingo, 5 de agosto de 2012

Bebês abortados para fazer cosméticos


A polícia russa encontrou 248 fetos humanos, provavelmente resultantes de abortos, em um bosque de Sverdlovsk, nos Urais, informaram à AFP fontes judiciais locais.

Elena Mizulina, presidente da Comissão pela Família, Mulheres e Infância da Duma (Câmara russa), denunciou a existência de uma rede que negocia fetos de abortos tardios para produzir cosméticos.

Os bebês assassinados estavam em quatro tonéis de plástico, perto da cidade de Anik, a 75 km de Ekaterimburgo, capital da região, destacou uma fonte do Ministério do Interior.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Países que padeceram a ditadura soviética não querem a ditadura da UE

Budapest: cartaz em passeta defendendo a Constituição
Budapest: cartaz em passeta defendendo a Constituição
A Polônia e a Lituânia apoiaram a Hungria em meio a uma onda de ataques que esta sofreu por ter aprovado uma Constituição marcada por altos valores cristãos.

Zsolt Nemeth, secretário do Ministério do Exterior húngaro, declarou que seu governo propôs ao Parlamento a aprovação de um “decreto de gratidão” aos líderes desses dois países, noticiou “The Lituanian Tribune”.

Esses países da Europa Central compreendem bem “o que é o Estado pós-comunista do ponto de vista psicológico, político e econômico, e como é difícil operar mudanças profundas para eliminar as redes pós-comunistas”, observou o site politcs.hu.
Budapest: húngaros agradecem apoio lituano e polonês

Veja vídeo
União Europeia parece URSS,
dizem húngaros

O Parlamento lituano aprovou resolução apoiando o direito da Hungria de elaborar sua própria Constituição.

Por sua vez, o premier polonês Donald Tusk declarou que a Polônia sustentaria politicamente a Hungria contra as “exageradas reações políticas europeias”, em referência às atitudes assumidas pela União Europeia e líderes do continente contra a altaneira nação húngara.

domingo, 4 de março de 2012

Vitória fabricada na Rússia. Fraudes oficiais e extraoficiais consagram Putin

Resultados pre-anunciados esvaziaram significado do pleito

O candidato russo à presidência, Grigory Yavlinsky, chefe do partido liberal Yabloko, poderia impedir a vitória pré-programada de Vladimir nas eleições presidenciais russsas, escreveu o jornal parisiense “Le Figaro”.

Mas os atuais chefes supremos da Rússia não hesitaram. A fraude programada tinha que dar certo, como planejado e como se deu de fato.

A Comissão Eleitoral russa, instituição acusada de organizar e acobertar a falsificação massiva dos resultados das eleições parlamentares de dezembro, o “apagaram” das listas oficiais com pretextos que não convenceram ninguém.

domingo, 8 de janeiro de 2012

Putin falsifica eleições e reprime opositores. Ocidente silencia


Na Rússia, a perda de prestígio do ex-coronel da KGB, Vladimir Putin, patenteou-se em estrepitosas vaias públicas e na perda da esmagadora maioria que seu partido possuía na Duma (Parlamento).

Nas eleições de dezembro, mais de cinco mil casos de fraude foram denunciados e entre 20 e 25% dos votos teriam sido fabricados, segundo o “The Moscow Times”.

A fraude maciça foi confirmada pelos observadores internacionais e até pela secretária norteamericana de Estado, Hillary Clinton.

Dezenas de milhares de oposicionistas manifestaram-se contra a falcatrua e foram reprimidos com violência; mais de 500 foram presos.