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quarta-feira, 27 de abril de 2016

Na Rússia só fica uma escola católica legal

Típico primeiro dia de aula na Escola Franciscana da Natividade de Novosibirsk.
Típico primeiro dia de aula na Escola Franciscana da Natividade de Novosibirsk.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs



Em todas as áreas religiosas do mundo – pagãs, muçulmanas, fetichistas, etc., etc. – há escolas católicas mantidas por Ordens religiosas ou por missionários, às vezes com heroicos esforços. As escolas católicas têm prestigio até em países insólitos.

Por isso elas atraem uma multidão de muçulmanos no Paquistão e na Jordânia, de hinduístas na Índia ou no Nepal, de taoístas e agnósticos em Taiwan, e de ateus até em países comunistas como o Vietnã.

Mas na Rússia de Vladimir Putin não podem existir. Elas são fechadas por via policial ou ameaças de origem oficial. Na Rússia, país de 143 milhões de habitantes que ocupa a sexta parte das terras emergidas, a única exceção é a escola infantil católica de Novosibirsk, na Sibéria, informou o site “Religión en Libertad”.

Ela foi fundada cinco anos após a queda do Muro de Berlim, como uma experiência clandestina de frades franciscanos, num pequeno apartamento que depois foi sendo ampliado.

domingo, 24 de abril de 2016

A Rússia e os EUA mostram os dentes
nas fronteiras europeias

Exibição do poder de fogo dos tanques Abrams estacionados pelos EUA nos países bálticos
Exibição do poder de fogo dos tanques Abrams dos EUA nos países bálticos
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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Os EUA anunciaram a instalação de tropas armadas, incluindo artilharia pesada ao longo da fronteira ocidental da Rússia visando reforçar as posições da NATO e enviar uma mensagem clara a Moscou: volte atrás.

Esse é um movimento sem precedentes desde o fim da Guerra Fria, informou o site “Mashable”.

O general Philip Breedlove, comandante em chefe das tropas americanas na Europa disse que os EUA visam demonstrar uma “forte e equilibrada atitude que inspire confiança aos aliados da OTAN diante da agressividade da Rússia na Europa Oriental e qualquer outra parte do mundo”.

Os efetivos engajados incluem 4.500 soldados com 250 tanques, Bradley Fighting Vehicles, e Paladin autopropulsados e mais de 1.700 veículos adicionais que estão sendo dispostos em seis países desde o mês de fevereiro: a Bulgária, a Estônia, a Letônia, a Lituânia, a Polônia e a Romênia.

domingo, 17 de abril de 2016

É o Titanic afundando?
Não! É a economia russa!

É o Titanic que afunda? Não!, é a economia russa!
É o Titanic que afunda? Não!, é a economia russa!
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs



O “Titanic” afundando foi a imagem dominante nas redes sociais russas nas festas de Natal e Ano Novo, as quais acontecem com alguma defasagem em relação ao Ocidente devido à diversidade dos calendários.

E desde então, os índices só pioraram.

O Titanic afunda?

Não!!! É a economia, respondiam em coro os cidadãos russos.

“O Titanic já colidiu, as adegas estão se enchendo de água fria, mas a tripulação e os passageiros da primeira classe se conduzem como se não estivesse acontecendo nada. O capitão almoça tranquilamente no salão”, escreveu o blogueiro Alexeï Kougourov, citado pelo jornal “Le Monde” de Paris.

“A todos aqueles que estão aguardando que a economia russa atinja o fundo dos mares para voltar à superfície, avisamos que o Titanic [o histórico] também tocou o fundo, porém nunca mais ressurgiu”, comenta um outro internauta com uma ponta de humor cáustico.

“Le Monde” fornece um apanhado da vertiginosa ciranda descendente de diversos indicadores, como a Bolsa de Moscou e a cotação do rublo, a moeda nacional.

domingo, 10 de abril de 2016

“Ressurreição” de Stalin na Rússia:
Putin esfrega as mãos

O culto de Stalin está voltando na Rússia de Putin: veneração do túmulo na Praça Vermelha, Moscou.
O culto de Stalin está voltando na Rússia de Putin:
veneração do túmulo na Praça Vermelha, Moscou.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Os comunistas russos declararam 2016 o “ano de Stalin”, em comemoração pelos 80 anos da constituição soviética redigida por ele em 1936.

O líder marxista dizia que era “a mais democrática do mundo”, embora tenha sido o ponto de partida para o massacre de milhões de seres humanos, escreveu o jornal “El Mundo”, de Madri.

Na cidade de Penza, a 600 quilómetros de Moscou, foi inaugurado um centro Stalin para “reabilitar” o nome do ditador e defender sua sinistra obra à testa da URSS.

O objetivo é “lavar o nome de Stalin após décadas de calúnias”, explicou Gueorgui Kamnev, líder do Partido Comunista na região de Penza.

“Ainda está viva uma geração que cresceu com a ideia do Estado como pai protetor”, reflexiona a compositora russa Maya, que pertence à geração dos novos russos que não conheceram o regime soviético.

“O problema é que esse pai protetor era ao mesmo tempo autor de uma infinidade de crimes”, acrescentou.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Países socialistas e Brics
lideram fluxo internacional de dinheiro ilegal

Países socialistas e comunistas lideram fluxos de dinheiro ilegal.  Confira relatório mundial completo em PDF
Países socialistas e comunistas lideram fluxos de dinheiro ilegal.
Confira relatório mundial completo em PDF
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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A demagogia “progressista” e socialista se empenha em atribuir aos países livres com economias prósperas e às suas classes dirigentes todos os males da corrupção e das ilegalidades financeiras.

Esses, aliás, existem como defeitos que devem ser corrigidos, mas nunca como pretexto para derrubar um sistema econômico legítimo.

Essa demagogia também se assanha contra os proprietários que construíram sua fortuna acumulando o fruto de seu trabalho honesto e esforçado.

Mas onde a demagogia socialista e “progressista” consegue impor seus pontos de vista e assumir as rédeas do poder, ela estabelece leis e reformas confiscatórias, estatizações, nacionalizações, expropriações, impostos e taxas devoradoras, ou seja, intervencionismo em todas as áreas da atividade econômica humana.

Essa demagogia se apresenta como querendo reformar a economia em nome da justiça social, além de punir os “burgueses” e os “ricos” que trata depreciativamente.

O que todo mundo vê é que quando um partido de tendência socialista ou comunista, apoiado ou não pelo clero progressista, assume o governo junto com medidas estatizantes, começam as falcatruas e as roubalheiras dos “puros” anticapitalistas.

Agora, o Global Financial Integrity (GFI), centro de pesquisas dos EUA, elaborou uma lista dos países que lideram o fluxo internacional de dinheiro ilegal.

Confira o relatório completo em PDF
E quem encontramos liderando a ilegalidade monetária mundial?

domingo, 3 de abril de 2016

Patriarca Kirill de Moscou:
líder religioso ou da nova-velha KGB?

A vida de oligarca do regime putinista horrorizada os fiéis russos.
A vida de oligarca da 'nomenklatura'  putinista
escandaliza até os fiéis cismáticos russos que fogem de seus ritos.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Kirill, patriarca de Moscou, era uma das figuras russas menos conhecidas no Ocidente até que a sua imagem se espalhou a partir do encontro com o Papa Francisco I, em Havana, Cuba.

As pomposas vestimentas religiosas desse chefe cismático prolongam a época gloriosa em que Constantinopla, de quem as herda, era unida à Igreja Católica e praticava o magnífico rito concebido essencialmente por São João Crisóstomo.

Nada dessa admirável liturgia e dos costumes eclesiásticos conexos foram concebidos pelo cisma, dito ortodoxo, na sua versão grega ou russa, ou ainda nas muitas outras que houve e há.

O Patriarcado de Moscou não passou de uma invenção política dos tzares que aproveitaram a venalidade do clero cismático.

Esse ficou vilmente submisso ao poder temporal, já nos idos tempos do cisma de Constantinopla, como mostrou o historiador Roberto de Mattei.

Kirill continua essa péssima tradição.