| Concentração de tropas russas na fronteira ucraniana |
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Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs |
Na fronteira russo-ucraniana estão em jogo duas opções opostas que podem mudar a História. Enquanto isso, o Cazaquistão pega fogo nas costas de Putin
Pelo menos desde 30 de novembro 2021, os EUA vêm advertindo a Rússia de Putin que uma nova “agressão” contra a Ucrânia teria graves consequências. A potência americana alerta constantemente a OTAN para preparar o revide possível a uma invasão russa do vizinho.
Os EUA temem que o ataque possa acontecer nos primeiros meses de 2022 a julgar pelos movimentos militares flagrados por satélites e interceptações radiais. De início, a Rússia negou mas agora acabou reconhecendo a intenção invasora e reforçou suas ameaças verbais.
Porém, as últimas declarações do presidente Biden sugerem que se a Rússia invade, os EUA reagiriam com armas letais, malgrado a Ucrânia não faça parte da OTAN.
A advertência inicial americana à OTAN deu a entender que o maior peso de um eventual conflito envolveria centenas de milhares de homens e cairia sobre a Europa.

























